sexta-feira, 28 de março de 2008

Festa no Forte


A pouco tempo a sociedade natalense discutia se era permissível a utilização do Forte dos Reis Magos para a realização de festas devido à solicitação do espaço para a realização de uma festa tipo RAVE. Bom... O evento foi cancelado devido a preocupação com a estrutura e a conscientização da população a respeito do nosso patrimônio histórico.

Agora é a vez da UFRN gerar polêmica a respeito da realização de eventos na fortaleza. Pois seguindo o calendário de eventos das comemorações dos 50 anos da instituição será realizado um espetáculo nas instalações do Forte, chamado “Devorando Fausto”.

O jornalista Luciano Dantas demonstra sua preocupação e questiona "qual a diferença entre uma festa patrocinada por um site e outra pela UFRN, no que diz respeito ao risco da depredação do Patrimônio Histórico?".

O presidente da Fundação José Augusto, Crispiniano Neto, defende a realização do espetáculo e diz: "Não se trata de um festa com exploração comercial e sem controle das pessoas que terão acesso. O espetáculo faz parte dos 50 anos da UFRN, que é uma instituição parceira, pública e que desempenha um importante trabalho para a sociedade. Além disso tem o objetivo de resgatar as atividades culturais no forte, ou seja, atender a uma necessidade moderna de fazer um museu com vida. (...) O local pode ser utilizado, desde que a sua estrutura histórica não seja afetada. Já houve casos em que tivemos que cancelar casamentos e a referida festa de rock. Um evento tem que oferecer segurança aos convidados e controle dessas pessoas. No entanto é importante dizer que na década de 80 o forte era palco de grandes festivais culturais.”

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O espetáculo contará com números de dança do balé da Cidade do Natal , música, percussão e interpretação e ainda com o Núcleo de Performance Maribondo Caboco. O espetaculo será dinâmico e haverá deslocamento do publico por diversos espaços, onde haverá diferentes modalidades cênicas como a dança-teatro, teatro de vivência, live art, coreografias, performance autobiográfica, happening, depoimento pessoal, ritual e quadros para-folclóricos constroem a dramaturgia das ações.



28 de Março de 2008

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Herói


Desde o principio que o homem busca heróis para justificar seus próprios feitos.
A busca resultou em varias mitologias, que no geral tem em comum o objetivo de relatar à prosperidade um fato tão importante que se foi considerado um exemplo. Na Grécia eles estavam nas manifestações literárias e nos contos orais. Nessa busca por uma imagem que represente cada uma de seus feitos o homem se fez Deus, criou seus heróis a sua imagem e semelhança, mas com as melhores de suas virtudes, e durante o passar dos séculos o herói foi melhorado, suprimido e até abolido da vida do ser humano.
Segundo especialistas o herói seria "a representação encarnada dos valores de um povo", são os melhores valores, o que fez com que o herói tivesse as feições varonis: ele é forte, rápido, inteligente, sortudo... uma coisa ou outra, ou tudo de uma vez só! Era agora o melhor dos homens, melhor que os homens... na verdade o herói estava acima dos mortais e abaixo apenas das divindades, e o criador agora invejava a criatura.
O que faz do herói tão diferente dos simples mortais é a “centelha divina”, que é a fonte “lógica” do seu poder... na Grécia Antiga eram os deuses que legitimavam o poder dos heróis, na Idade Média a Igreja e hoje a capacidade de ser provado cientificamente. A pouco tempo atrás era o nacionalismo que justificava o herói, na briga pelo poder nuclear e espacial, o herói contemporâneo ganhou poderes parecidos com os clássicos. As principais centelhas do herói contemporâneo variam entre o explicável: as artes marciais e treinamento militar e cibernética; e as “imaginarias”: forças sobrenaturais e alienígenas.
Cada tempo pede seu herói próprio, pode-se dizer que o heroísmo é coisa de moda, de temporada. E a troca de um por outro leva o homem aos seu primórdio e sua vontade de se explicar e se imaginar superior. Chega a ser injusto ver como o herói de hoje virou o de ontem e aquele que nasceu junto com agente se tornar um desses seres superiores.
Mas no final o dever de um herói é defender o homem, mesmo que esse o inveje!
“A missão de um herói é a forma que ele cumpre seu dever. É a atitude que ele toma todos os dias, é a sua luta contra o crime, invasores espaciais, vilões, monstros, persas... Enfim, toda vez que algo ou alguém ameaçar seu dever ele estará lá.”
cont...

O Bipolar




Eis que surge dentro de mim outro ser pensante. Um que sabe o que diz e que sabe aonde ir. O novo ser parece comigo, mas está claro que não sou eu.
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--> O Bipolar... duas metades de um ser!

Azul, este é o lado das sombras. Este é o lado dominado pela timidez severa, que não permite nem contato com os seus. É o lado que teme e que tem como característica a insegurança. O lado Azul se prefere calado, conversa apenas com sigo mesmo, é individualista por repressão é egoísta por solução... e sempre taxado como antipático!
Vermelho, o lado emotivo. Este é o grande problema... é o lado responsável pelos surtos de exaltação, o contestador e falante! É o que vai enfrente até bater na parede. O que prefere não entrar numa briga, mas não faz questão de sair de uma se estiver com a razão... é o lado que chega a causar discórdias mas também é o lado que sabe a hora de pedir perdão... é o lado sabe dá "carinho", da sua forma é claro!

Castelinho


É o seu pequeno castelo
De paredes grossas.
É o abrigo para sua infância
Onde toda a tarde sentava na janela
Para admirar o movimento da rua tranqüila.
A cada brisa no rosto, um sorriso
A cada sorriso, uma esperança
A cidadezinha é o seu reino
A pequena princesa no castelo
Segura nos braços do vô
Amada nos da vó
Confiante num dia seguinte
Mais uma bela tarde
Mais um dia para observar a cidadezinha
E ver tudo passar pela rua
Mais um sonho
Sua realidade
Chamou vó, vai tomar banho.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Sonhos Perdidos de Neverland†

Encostado nas trevas, meio a ratos e vermes
Ele estava sentado.
Parecia desejar a morte naquele momento.
Seu semblante era o de que não tinha esperanças
De quem não poderia ser ajudado.
Seu olhar fixo era de medo, de algo a frente
Era o medo do seu futuro
O fim não era de seu conhecimento
Mas era uma questão de tempo.
Jaz ali toda aquela fantasia da infância
Os sonhos relembrados lhe davam um pouco de felicidade,
Felicidade que ia embora e carregava as esperanças.
A dor era maior quando percebia que não era o fim,
Ele estava condenado a sofrer o mesmo todos os dias.
Estava ele preso na terra do nunca,
Seria sempre assim.
Uma angustia a cada dia
Uma desilusão a cada entardecer
Uma falsa esperança a cada raiar do sol.
A eternidade rogava contra ele
A favor só as promessas de um dia perfeito em Neverland
Que nunca iria acontecer.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

† reflexos

Nos vemos todos os dias
como simples reflexos perturbados,
como o de um espelho quebrado.
O que vemos é só a gloriosa
votória das subliminares...
que corroem nosso ser por dentro,
e nos coloca em atrito com
aquilo que um dia sonhamos ser.
Somos reflexos de algém
que nem se quer conhecemos
que está em nosso subconsciente
guiando nossa vida
pelo caminho que ele julga ser o melhor.
Até quando caminharemos às escuras?
Até quando teremos que vê
nossos sonhos ficarem para trás?
Um dia teremos nossas vidas em nossas mão,
e finalmente poderemos buscar a
nossa felicidade!